Pages

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Gêmeos Dizigóticos

Os gêmeos bivitelinos são dizigóticos ou multivitelinos, ou seja, são formados a partir de dois óvulos. Nesse caso são produzidos dois ovócitos II e os dois são fecundados, formando assim, dois embriões. Quase sempre são formados em placentas diferentes e não dividem o saco amniótico. Os gêmeos fraternos não se assemelham muito entre si, podem ter, ou não, o mesmo fator sanguíneo e podem ser do mesmo sexo ou não. Também são conhecidos como gêmeos diferentes. Na verdade são dois irmãos comuns que tiveram gestação coincidente. Representam 66% de todas as gestações gemelares, e neste tipo de gestação, um terço tem sexos diferentes, enquanto dois terços o mesmo sexo. Um em cada um milhão de gêmeos deste tipo têm cores diferentes, mesmo sendo do mesmo pai. É possível gêmeos fraternos terem pais completamente diferentes. Irmãos nascidos da mesma gravidez e desenvolvidos a partir de dois óvulos que foram liberados do ovário simultaneamente e fertilizados na mesma relação sexual, porém podem ser concebidos de cópulas distintas, mas daquela mesma ovulação dupla. Podem ter ou não o mesmo sexo, se diferenciam tanto fisicamente como em sua constituição genética e possuem duas placentas e duas membranas independentes e bem diferenciadas. A freqüência dos gêmeos dizigóticos varia de acordo com a origem étnica (máxima incidência na raça negra, mínima na asiática e intermediária na branca), a idade materna (máxima quando a mãe tem de 35 a 39 anos) e a genética, com uma maior incidência da linha genética materna que da paterna, ainda que os pais possam transmitir a predisposição à dupla ovulação à suas filhas. Em geral, a proporção global é de dois terços de gêmeos dizigóticos para um de monozigóticos (ou seja, os gêmeos idênticos). Como são formados a partir de dois óvulos e dois espermatozóides distintos, os gêmeos dizigóticos geneticamente são tão parecidos quanto os irmãos comuns, compartilhando 50% de seu DNA. "No geral, fala-se de gêmeos dizigóticos, os gêmeos, quando os embriões formam-se a partir de zigotos diferentes; e gêmeos monozigóticos, quando trata-se de um mesmo zigoto. Enquanto os gêmeos monozigóticos possuem a mesma informação genética em suas células, os dizigóticos compartilham somente 50%, como qualquer irmão nascido da mesma mãe e do mesmo pai", explica a Dra. Beatriz Literat de Katz, médica especialista em ginecologia.








quinta-feira, 10 de junho de 2010

Adrenoleucodistrofia

A ALD é uma rara doença genética
Os ácidos graxos no sangue vão aumentando
Ocorre um distúrbio metabólico
E a mielina vai degenerando

Por mulheres são transmitidas
Sendo nos homens desenvolvidas
Constituído de 24 ou 26 átomos de carbono em tecidos corporais
Sobretudo no cérebro e nas glândulas adrenais

Afetando a transmissão de impulsos nervosos
Causa irritação, hiperatividade
Desequilíbrio e audição com muita dificuldade
Após alguns meses cegueira, mudez e paralisia
E em poucos anos a morte pode chegar
Por isso é necessário se tratar

A dieta baseada no "Óleo de Lourenço" é um tratamento
Onde ácido erúcico e oléico são misturados
Pela disfunção adrenal também são tratados
O transplante de medula também é uma medida adotada
Para a progressão da doença ser retardada

Se esses sintomas aparecerem
Cuidado você deve ter
Se tiver entre 4 e 8 anos de vida
É importante relembrar
Que se mais cedo você se tratar
A doença não será tão comprometida
E mais chances de sobreviver terá

Professora: Angela Cristina Peixe Luckmann
3º ano E.M.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Evolução

Mapa Conceitual da Evolução

Até o século XIV acreditava-se que cada espécie teria surgido por criação divina, de maneira independente, permanecendo sempre com as mesmas características. No século XVII surge a teoria do Evolucionismo e modifica essa idéia, com duas hipóteses, do Lamarckismo, com a lei do uso e desuso e a transmissão das características adquiridas, porém o único erro foi que ele não falou que essas características eram hereditárias. E a hipótese do Darwinismo, onde os organismos bem mais adaptados ao meio têm maiores chances de sobrevivência que os menos adaptados, deixando um número maior de descendentes. Com o desenvolvimento da genética foi possível reavaliar a hipótese do Darwinismo e criar-se então a hipótese do Neodarwinismo, incorporando os fatores da mutação gênica, recombinação gênica e seleção natural.

As evidências da evolução são os fósseis, semelhança bioquímica, onde as diferenças na sequência de aminoácidos de uma proteína podem indicar o grau de parentesco entre duas espécies e a anatomia e embriologia, através dos órgãos homólogos, órgãos análogos e órgãos vestigiais.


Professora: Angela Cristina Peixe Luckmann

3º ano E.M.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

I Want To Know What Love Is

I Want To Know What Love Is

Mariah Carey
Composição: Mike Jones


I gotta take a little time
A little time to think things over
I better read between the lines
In case I need it when I'm colder

In my life
There's been heartache and pain
I don't know
If I can face it again
Can't stop now
I've traveled so far
To change this lonely life

I wanna know what love is
I want you to show me
I wanna feel what love is
I know you can show me

Gonna take a little time(take a litlle time)
A little time to look around me (ooh)
I've got nowhere left to hide (nowhere left to hide)
It looks like love's finally found men (oooh)

In my life
There's been heartache and pain
I don't know
If I can face it again
Can't stop now
I've traveled so far
To change this lonely life

I wanna know what love is (Ooooh-oh)
I want you to show me (Meeeeee-ee)
I wanna feel what love is (Feel what love is)
And I know you can show me (Show me, I wanna know)

I wanna know what love is (I wanna know)
I want you to show me (And I feel you so much love)
I wanna feel what love is
And I know you can show me

Oh, let's talk about love

Tradução:

Eu Quero Saber o Que é o Amor


Eu preciso achar um tempinho
Um tempinho para pensar melhor nas coisas
É melhor eu ler nas entrelinhas
Caso eu precise quando estiver mais fria

Na minha vida
Só tem havido sofrimento e dor
E eu não sei,
Se eu posso encarar isso de novo
Eu não posso parar agora
Eu já fui longe demais
Para mudar esta minha vida solitária

Eu quero saber o que é o amor
Eu quero que você me mostre
Eu quero sentir o que é o amor
E eu sei que você pode me mostrar

Vou levar um tempinho(levar um tempinho)
Um pouco de tempo para olhar em minha volta(ooh)
Eu não tenho aonde me esconder (aonde me esconder)
parece que finalmente o amor me encontrou(oooh)

Na minha vida
Só tem havido sofrimento e dor
E eu não sei,
Se eu posso encarar isso de novo
Eu não posso parar agora
Eu já fui longe demais
Para mudar esta minha vida solitária

Eu quero saber o que é o amor(Oooo-oh)
Eu quero que você me mostre(Meeeee-me)
Eu quero sentir o que é o amor(sentir o que é amor)
E eu sei que você pode me mostrar(me mostre,eu quero saber)

Eu quero saber o que é o amor(eu quero saber)
Eu quero que você me mostre(e eu te sinto amor )
Eu quero sentir o que é o amor
E eu sei que você pode me mostrar

Oh, vamos falar de amor

Professora: Mariléia Klettenberg Zermiani
Alunos: Paola Cristina Weber, Rubiane Hausmann, Tamiris Schafer e Djonattan Schutz
3º ano E.M.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Indígenas de Santa Catarina: História de povos invisíveis

Também são chamados de povos invisivéis pelo fato de não haver muita documentação relatando suas histórias nesse território, somente nomes de rios, lagoas e montanhas. Porém são muito significantes para a história de Santa Catarina, onde existiam três grupos: os Carijós, Kaingáng e Xokleng.
Os Carijós ocupam a região do litoral no século XV, onde foram imigrando a partir do rio da Prata. Os europeus foram bem acolhidos por eles, praticavam escambo e muitas vezes pretendiam unir os exploradores com mulheres da aldeia para garantir suas ferramentas. Porém essas relações terminam quando os bandeirantes vicentistas os atacam para mão de obra escrava e os jesuítas os reduzem em missões, na verdade até rendiam-se devido as doenças trazidas pelos europeus. Espalhando-se foram exterminados, escravizados até o fim do século XVII, deixando praticamente toda a costa desocupada.
Os Kaingáng se localizavam nos campos de cima da serra, a relatos que ocupavam a região Missão da Prata, no século XVI e XVII, onde foram aldeados em reduções. Pertencem ao grupo linguístico jê, eram seminômades, viviam da caça, da coleta do pinhão e do cultivo do milho. Devido as grandes fazendas de criação de gado tiveram maior contato com os brancos, resultando na fundação da vila de Lages. Alguns foram para as fazendas de gado, os que não foram aculturados acabaram perdendo suas terras, e vivendo até hoje em áreas demarcadas no planalto de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná.
Os Xokleng ocupam a região entre o litoral e o planalto, na mata Atlântica. Possuiam língua jê, eram nômades, viviam da caça e da coleta de frutos, mel e pinhão. No verão vão para o litoral e no outono para o planalto onde há a frutificação dos pinheiros. Geralmente durante a primavera e o verão atacavam os imigrantes para obtenção de ferro para produzirem armas e ferramentas. Eram considerados animais perigosos que deveriam ser domados ou destruídos, e cabis ao bugreiro eliminar este grupo. Apesar das epidemias que matou grande parte, conseguiram manter sua identidade étnica.

LAVINA, Rodrigo. Indígenas de Santa Catarina: Histórias de povos invisíveis. Florianopólis. Letras Contemporâneas, 1999.

Professora: Joelma Kersbaumer Pereira
3º ano E.M.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Os trabalhos de Mendel: a primeira lei

O início da genética

Muito cedo na história da humanidade, o ser humano notou que existem semelhanças entre pais e filhos. Isso se aplicava não apenas à espécie humana, mas também aos animais domésticos e as plantas cultivadas. No entanto, o entendimento de como essas semelhanças eram transmitidas começou a se formar há menos de 140 anos! Por que a compreensão desses mecanismos não ocorreu antes?
Primeiro, as semelhanças nas famílias não pareciam apontar por nenhuma regra em geral. Herdamos, ás vezes, a cor dos olhos de nosso pai, a forma do queixo de nossa mãe, a forma da orelha de um tio distante ou o daltonismo¹ de nosso avô materno. Para aumentar ainda mais a confusão, certos caracteres pareciam ser a "média" entre a característica paterna e a materna. Um exemplo é a herança do tipo de cabelo. Homens de cabelos crespos casados com mulheres de cabelos lisos têm, quase sempre, filhos de cabelos ondulados, caráter intermediário em relação ao de seus pais.
Outro fator que atrasou muito a compreensão da herança foi o desconhecimento dos eventos da reprodução. Durante muito tempo não ficou claro, por exemplo, o fato de que os progenitores de ambos os sexos, tanto em animais como em vegetais, participam da reprodução, cada um deles fornecendo células sexuais. No caso das plantas, essa noção foi aceita apenas em meados do século XIX, a partir de cruzamentos experimentais. Fica evidente que, enquanto os próprios fatos da reprodução constituíam um mistério para os estudiosos da vida, nenhuma teoria poderia explicar a hereditariedade de maneira satisfatória.
Para nós, que vivemos no século XXI, pode parecer estranho que conhecimentos tão elementares fossem ignorados durante tanto tempo. Afinal, nos dias de hoje a ideia de gene e de cromossomo, a maneira como eles se distribuem na divisão celular e o fato de o DNA ser o material genético são conceitos muito familiares
Até meados do século XIX, no entanto, tudo isso era desconhecido; a hereditariedade ainda não tinha uma explicação científica.
Em 1865, o monge tcheco Gregor Mendel, fazendo experiências com ervilhas, começou a esclarecer esse problema. Para explicar os resultados que estava obtendo, mendel supôs a existência de genes (ou fatores) nos organismos e sugeriu um mecansimo de transmissão desses genes de pai para filho.
Os biólogos da época, porém, não entenderam a importância dos trabalhos de Mendel. Foi apenas no ano de 1900, depois da morte do pesquisador, que três outros cientistas, Correns, Tschermak e De Vries, confirmaram, cada um com seus experimentos, os resultados e as conclusões de Mendel. É, portanto, em 1900 que se iniciam as pesquisas sistemáticas nessa nova ciência, que foi denominado genética. Porém, foi somente por volta de 1910 que se entendeu que os genes "morram" nos cromossomos, e que são distribuidos as células-filhas nas divisões celulares.
Por fim, em 1944 verificou-se que os genes são pedaços de DNA.
Dessa época em diante, inúmeras pesquisas fizeram com que se entendessem, cada vez melhor, como eles controlam a atividade das células.

¹Daltonismo é uma anomalia hereditária que consiste na confusão de algumas cores, frequentemente o verde e o vermelho.

Cézar e Sezar. Biologia-volume 3. Editora Saraiva pág 12.

Interpretando o texto:

1- De acordo com o texto, podemos dizer que dois fatores principais adiaram a compreensão dos mecanismos hereditários. Que fatores foram esses?
O primeiro fator foi a semelhança nas famílias que não pareciam apontar para nenhuma regra em geral, herdava-se algo do pai, da mãe, tios e até parentes mais distantes sem nenhum método específico. E o segundo fator foi o desconhecimento de ambos que participam da reprodução fornecerem células sexuais.

2- Segundo a crença popular "os meninos sempre puxam á mãe, enquanto as meninas sempre se parecem com o pai". Qual é a sua opinião a respeito? Algum trecho do texto anterior contradiz essa afirmação?
Em minha opinião isto depende da situação, pode-se herdar tanto características paterna quanto a materna, independentemente do sexo do novo ser.
No texto pode-se ver no exemplo da herança do tipo de cabelo: "Homens de cabelos crespos casados com mulheres de cabelos lisos, têm, quase sempre, filhos de cabelos ondulados, caráter intermediário em relação ao de seus pais". Ou seja, a criança herdou as características do pai e da mãe, contradizendo a crença popular.

3- Com as palavras abaixo, construa uma frase que represente uma noção atual e correta das ideias sobre a herança genética: cromossomos, genes, transmitidos de pais para filhos, gametas, DNA, óvulos, espermatozóides.
"Os genes que formam os seres vivos, cada par de gene vai ser encontrado no cromossomo do núcleo da célula. Com a união do gameta feminina e do gameta masculino, ou seja, o óvulo e o espermatozóide que vai ser originado esse 'par de genes' para cada característica do novo descendente, sendo transmitidos de pais para filhos tem-se um novo DNA com características próprias".

WEBER, Paola Cristina. A primeira lei de Mendel. Aulas de Biologia, 2010.

Professora: Angela Cristina Peixe Lückmann
3ª ano E.M.