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Os gêmeos bivitelinos são dizigóticos ou multivitelinos, ou seja, são formados a partir de dois óvulos. Nesse caso são produzidos dois ovócitos II e os dois são fecundados, formando assim, dois embriões. Quase sempre são formados em placentas diferentes e não dividem o saco amniótico. Os gêmeos fraternos não se assemelham muito entre si, podem ter, ou não, o mesmo fator sanguíneo e podem ser do mesmo sexo ou não. Também são conhecidos como gêmeos diferentes. Na verdade são dois irmãos comuns que tiveram gestação coincidente. Representam 66% de todas as gestações gemelares, e neste tipo de gestação, um terço tem sexos diferentes, enquanto dois terços o mesmo sexo. Um em cada um milhão de gêmeos deste tipo têm cores diferentes, mesmo sendo do mesmo pai. É possível gêmeos fraternos terem pais completamente diferentes. Irmãos nascidos da mesma gravidez e desenvolvidos a partir de dois óvulos que foram liberados do ovário simultaneamente e fertilizados na mesma relação sexual, porém podem ser concebidos de cópulas distintas, mas daquela mesma ovulação dupla. Podem ter ou não o mesmo sexo, se diferenciam tanto fisicamente como em sua constituição genética e possuem duas placentas e duas membranas independentes e bem diferenciadas. A freqüência dos gêmeos dizigóticos varia de acordo com a origem étnica (máxima incidência na raça negra, mínima na asiática e intermediária na branca), a idade materna (máxima quando a mãe tem de 35 a 39 anos) e a genética, com uma maior incidência da linha genética materna que da paterna, ainda que os pais possam transmitir a predisposição à dupla ovulação à suas filhas. Em geral, a proporção global é de dois terços de gêmeos dizigóticos para um de monozigóticos (ou seja, os gêmeos idênticos). Como são formados a partir de dois óvulos e dois espermatozóides distintos, os gêmeos dizigóticos geneticamente são tão parecidos quanto os irmãos comuns, compartilhando 50% de seu DNA. "No geral, fala-se de gêmeos dizigóticos, os gêmeos, quando os embriões formam-se a partir de zigotos diferentes; e gêmeos monozigóticos, quando trata-se de um mesmo zigoto. Enquanto os gêmeos monozigóticos possuem a mesma informação genética em suas células, os dizigóticos compartilham somente 50%, como qualquer irmão nascido da mesma mãe e do mesmo pai", explica a Dra. Beatriz Literat de Katz, médica especialista em ginecologia.

A ALD é uma rara doença genéticaOs ácidos graxos no sangue vão aumentandoOcorre um distúrbio metabólicoE a mielina vai degenerandoPor mulheres são transmitidas Sendo nos homens desenvolvidasConstituído de 24 ou 26 átomos de carbono em tecidos corporaisSobretudo no cérebro e nas glândulas adrenaisAfetando a transmissão de impulsos nervososCausa irritação, hiperatividadeDesequilíbrio e audição com muita dificuldadeApós alguns meses cegueira, mudez e paralisiaE em poucos anos a morte pode chegarPor isso é necessário se tratarA dieta baseada no "Óleo de Lourenço" é um tratamentoOnde ácido erúcico e oléico são misturadosPela disfunção adrenal também são tratadosO transplante de medula também é uma medida adotadaPara a progressão da doença ser retardadaSe esses sintomas aparecerem Cuidado você deve terSe tiver entre 4 e 8 anos de vidaÉ importante relembrarQue se mais cedo você se tratarA doença não será tão comprometidaE mais chances de sobreviver terá
Professora: Angela Cristina Peixe Luckmann
3º ano E.M.